Sínodo: implementação será a partir das comissões diocesanas
A Secretaria Geral do Sínodo propõe percursos de implementação e assembleias de avaliação com etapas bem definidas nas dioceses já a partir de junho deste ano de 2025.
A Secretaria Geral do Sínodo propõe percursos de implementação e assembleias de avaliação com etapas bem definidas nas dioceses já a partir de junho deste ano de 2025.
Paulo Terroso e o jornalista Joaquim Franco, membros da Rede Sinodal em Portugal, sublinham a importância do processo de implementação do Sínodo entre 2025 e 2028 proposto pela Secretaria Geral do Sínodo.
munidades foi pista de reflexão. Escuta, acolhimento, acompanhamento, liderança partilhada, formação e hábitos de avaliação foram algumas das sugestões, assim como, um novo encontro para 2026. Mas não foi anunciado qualquer processo de acompanhamento nem qual a função das comissões sinodais diocesanas nesta fase.
um caminho de harmonia para todos, no qual as palavras sejam acompanhadas por atos concretos. Exortou os participantes no Sínodo ao “testemunho da experiência vivida”.
A Comissão Sinodal da diocese do Porto decidiu abrir a reflexão sobre o Relatório de Síntese da primeira sessão da XVI Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos ao Conselho Diocesano Pastoral e ao Conselho Presbiteral Diocesano.
Em comunicado, a Conferência Episcopal Portuguesa pede às dioceses para darem especial atenção a alguns dos 20 números do Relatório de Síntese. Focamos aqui a nossa atenção sobre 3 desses assuntos indicados pelos bispos portugueses.
O padre Sérgio Leal sublinha a importância do Relatório de Síntese para a fase de reflexão que em 2024 prepara a segunda sessão do Sínodo.
A Secretaria Geral do Sínodo divulgou indicações para os próximos meses.
A estrutura diocesana do Porto da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP) iniciou o seu mandato para o triénio 2023-2026 com uma reflexão sobre o Sínodo.
A etapa sinodal que agora se inicia alarga o seu envolvimento ao nível continental.